FÉ E POLÍTICA – ATUALIZADO EM 01/10/2018

Estamos às vésperas de uma eleição. Uma eleição que, talvez, seja uma das mais acirradas na história do Brasil, pois há muita coisa em jogo.  O Brasil está em uma encruzilhada, e terá que optar entre modelos bem distintos oferecidos pelos também distintos candidatos. Por isso, vemos tanta paixão envolvida nessa eleição. Porém, nós, como cristãos nascidos de novo, temos que fugir dessas paixões.

Não podemos amar o mundo e nem as coisas do mundo (1 Jo 2.15). E partidos e candidatos são “coisas do mundo”. Quando deixamos a carne nos dominar, passamos a nos sentir parte de uma facção. A partir daí, passamos a amar nossa facção e a odiar os que a ela não pertencem. Isso é carne. E os que praticam as obras da carne não herdarão o reino de Deus (Gl 5.21). Por isso, a igreja de Jesus, e por conseguinte nosso Ministério Restauração, não pode se comportar como um partido político e nem se atrelar a esse ou àquele candidato ou partido político.

O Ministério Restauração não tem e nem terá candidato oficial, pois é uma igreja, e não um partido político.  Temos que estar livres para condenar a iniquidade seja de onde partir. Assim, o que nos cabe fazer diante de uma eleição é verificar e expor ao povo quais as ideias e bandeiras dos partidos e candidatos em disputa que afrontam diretamente a vontade de Deus. Isso por que, ao aprovarmos, mediante nosso voto, ideias que ofendem a Deus e a sua igreja, estaremos incorrendo em condenação tanto quanto os políticos que estarão praticando a iniquidade (Rm 1.32).

Por isso, repito, não podemos nem amar e nem odiar qualquer candidato. Nem santificar e nem demonizá-los. Todos são seres humanos, com suas qualidades e imperfeições. Não estamos escolhendo um pastor ou um cônjuge: estamos escolhendo princípios de governo para a nossa nação. Logo, não pequemos ao fazer ataques pessoais aos candidatos, e nem ao idolatrá-los.

Portanto, ao avaliar em quem vamos votar, devemos, acima de tudo, submeter nossa razão a Deus (Rm 12.2), e com nossa mente renovada pelo Espírito Santo, analisar as ideias de cada candidato e partido. E com base nessa análise, espiritual e racional (Rm 12.1-2), votar sem que esse voto nos condene no dia do Juízo Final. Assim diz a palavra de Deus: Rm 14:22b: “Bem-aventurado é aquele que não se condena naquilo que aprova.”

Essa é a razão de estarmos fazendo um levantamento das ideias defendidas pelos candidatos a Presidente da República e respectivos partidos, a fim de que o povo de Deus não peque ao votar ou deixar de votar (Tg 4:17: “Portanto, aquele que sabe que deve fazer o bem e não o faz nisso está pecando”).

A tabela que estamos publicando é dinâmica. E os irmãos podem nos ajudar a completá-la indicando fontes fidedignas. Que Deus abençoe e dirija o povo congregado neste Ministério que Ele tem levantado. Para que Deus dirija a nós e ao povo brasileiro, e também destrua os projetos do diabo contra a igreja e nossa nação nestas eleições, estamos em uma campanha de oração em todas as área localizadas no Brasil. Participe ativamente desta campanha.

Pr. Humberto Schimitt Vieira – Presidente do Ministério Restauração

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