BRIGADA CONTRA A MORTE

“Brigada contra a Morte” é um grupo criado no Ministério Restauração com o propósito de dar amparo espiritual, técnico e logístico para irmãos que estão sofrendo com a COVID-19 ou que, embora ainda não confirmada a doença, estão apresentando sintomas característicos dela. Ele é composto por ministros do Ministério Restauração (pastores e encarregados de Área), profissionais de diversas áreas (medicina, enfermagem, fisioterapia, assistência social, química etc) e outros voluntários dispostos a fazer o que for necessário para ajudar.

Se você está apresentando algum sintoma da doença e/ou teve contato com pessoa infectada, mas não sabe se é ou não hora de procurar um médico, nossa equipe está disponível para ajudá-lo a tomar a decisão correta.

Se você já foi diagnosticado com COVID-19 e, devido à consequente necessidade de isolamento de toda a sua família, está com dificuldade para resolver alguma situação pessoal ou, até mesmo, não tem ninguém que lhe ajude a buscar suprimentos, como alimentos, produtos de higiene, medicamentos, nossa equipe também está preparada para auxiliar.

Obs.: O atendimento espiritual está disponível para todas as pessoas que desejarem indistintamente. Porém, devido aos escassos recursos e à enormidade da necessidade, o atendimento material será feito preferencialmente aos membros do Ministério Restauração.

Estamos centralizando tudo em um grupo no WhatsApp e em nosso site. O número para contato é (51) 98326.0137. Envie uma mensagem ou ligue, relatando sua necessidade e informando seu nome, sua área e o nome do encarregado dela. Nossa equipe entrará em contato ou responderá suas perguntas o mais breve possível.

Em nosso site, você encontrará todas as perguntas já respondidas pela “Brigada contra a morte”, além de informações importantes para a prevenção e tratamento da COVID-19.

Nossa equipe está disponível para responder seus questionamentos relativos ao novo coronavírus. Confira, a seguir, as respostas já dadas e, se sua dúvida não tiver sido sanada, envie sua pergunta para (51) 8326.0137. Caso apresente algum sintoma, não hesite em procurar ajuda médica.

O que é COVID-19?

A COVID-19 é uma doença infecciosa causada pelo coronavírus denominado SARS-CoV-2  que pode se apresentar tanto como uma infecção totalmente sem sintomas quanto chegar a evoluir para quadros muito graves.

Todas as pessoas infectadas pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) têm sintomas?

Não. Como dissemos na primeira pergunta, a COVID-19 é uma doença que apresenta um quadro clínico que varia de infecção sem sintomas (assintomática) até quadros respiratórios graves.

Qual o melhor exame para ver se tenho COVID-19?

1) Nenhum exame para detectar o coronavírus é perfeito. Por este motivo, reforçamos que os resultados dos testes devem ser considerados em conjunto com o histórico clínico (sinais e sintomas apresentados, bem como o histórico de contato direto com pessoas confirmadas), sendo imprescindível o acompanhamento médico para a indicação do isolamento de 14 dias.

2) O exame chamado RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction, ou Reação em Cadeia da Polimerase com Transcrição Reversa), é considerado o padrão-ouro no diagnóstico da COVID-19 e é realizado utilizando-se uma espécie de cotonete grande (“swab”) dentro do nariz e/ou garganta. A partir do 1º dia dos sintomas, recomenda-se a realização desse teste. O resultado poderá estar disponível no prazo de 12 horas a 5 dias úteis, dependendo da demanda de cada laboratório. Se esse exame der positivo, significa que a pessoa está com o vírus, é confirmada a COVID-19. Se der negativo, não significa que a pessoa não está com vírus, mas a chance de ela ter é pequena.

3) Os exames de sorologia são realizados por meio de técnicas específicas (quimioluminescência, eletroquimioluminescência ou ELISA) que detectam e quantificam os anticorpos produzidos pelo organismo, que são proteínas atuantes no sistema de defesa do organismo (sistema imunológico).

Uma vez que os anticorpos são produzidos no organismo após a exposição ao vírus, é recomendado que seja realizado, pelo menos, 10 dias após o início dos sintomas.

O resultado poderá estar disponível no prazo de 24 horas a 72 horas, dependendo da demanda de cada laboratório.

4) Testes rápidos: estão disponíveis no mercado dois tipos de testes rápidos, os de antígeno (que detectam proteínas do vírus na fase de atividade da infecção) e os de anticorpos (que identificam uma resposta do corpo em relação ao vírus).

A vantagem desses testes seria a obtenção de resultados rápidos para a decisão da conduta, porém são menos sensíveis e específicos quando comparados com os outros exames já apresentados.  O resultado poderá estar disponível no prazo de 20 minutos.

Reforçamos que se o exame que identifica os anticorpos IgM e IgG der positivo, não significa que a pessoa tem a doença; se der negativo, não significa que ela não tem. Porém, sempre que der positivo, especialmente IgM, a pessoa deve ficar em quarentena por 14 dias, ainda que não tenha tido contato com confirmados de COVID-19.

Quais são os grupos de risco que podem desenvolver mais gravidade se contraírem a doença?

Idosos acima de 60 anos

Obesos 

Hipertensos (pessoas com pressão alta)

Diabéticos (Diabetes Mellitus)

Grávidas de risco

Pessoas com enfisema pulmonar

Pessoas com bronquite crônica

Pessoas com asma

Doentes Renais

Doentes cardíacos

Pessoas com doença nos vasos sanguíneos do cérebro

Pessoas com câncer

Imunossuprimidos (transplantados, AIDS, ou outra doença que baixe a imunidade)

Quais são os sintomas da COVID-19?

Os mais frequentes são:

Febre com temperatura maior ou igual a 37,6ºC

Tosse

Cansaço 

 

Menos frequentes são:

Dificuldade para respirar

Produção de escarro

Dor de garganta

Não sentir o cheiro e/ou paladar da comida 

Dificuldade para respirar

Dor nas articulações 

Congestão no nariz

Desconforto nos olhos

Dificuldade para engolir

Diarreia 

Náusea e vômito 

Suor noturno

Coriza

Perda de peso

Saturação de oxigênio (medida no oxímetro) menor que 95%

Sinais de cianose (coloração azul-arroxeada dos lábios, ou rosto, ou mãos).

Na suspeita de COVID-19, de quanto em quanto tempo devo medir a minha temperatura?

Pode verificar ao acordar, antes do almoço, antes da janta e antes de dormir.

Se você estiver tomando remédio para febre (como dipirona ou paracetamol), deverá medir a temperatura 5 minutos antes de tomar o comprimido.

A partir de que temperatura eu considero febre?

Acima de 37,6 °C.

Observação: o Ministério da Saúde considera febre a temperatura igual ou superior a 37,8°C. Adotamos 37,6°C por prudência, visto que há uma corrente na medicina que entende que, nessa temperatura, a pessoa já está em estado febril.

Se tenho oxímetro de pulso (aparelho que parece um prendedor de roupas e é colocado no dedo para verificar a saturação de oxigênio no sangue), devo utilizá-lo de quanto em quanto tempo?

Pode verificar ao acordar, antes do almoço, antes da janta e antes de dormir. Se a saturação estiver abaixo de 95%, deve-se buscar ajuda no hospital. Quanto menor o número, pior; porém, se houver a falta de ar, procure o hospital mesmo com oxímetro de pulso marcando mais que 95%.

Se tenho um aparelho de pressão, devo verificar minha pressão de quanto em quanto tempo?

É importante certificar-se de que o aparelho está funcionando corretamente. Se está ok, verifique sua pressão ao acordar, antes do almoço, antes da janta e antes de dormir. Se a pressão medida der muito baixa (inferior a 10 por 5 – 100 x 50 mmHg), procure ajuda médica.

Se eu tiver com suspeita ou confirmação de COVID-19, devo continuar jejuando ou começar a jejuar?

A maioria dos médicos recomenda que, neste período de suspeitas e sintomas, a pessoa tome pelo menos 2 litros de água por dia e se alimente de forma saudável e sem excessos (exemplo: frutas, verduras, arroz, feijão…).

Quais as melhores atividades para fazer enquanto estiver no isolamento de 14 dias?

Os médicos recomendam descansar, alimentar-se bem (de forma saudável e sem excesso) e tomar no mínimo 2 litros de água por dia. Além disso, como já sabemos, inúmeros artigos científicos mostram que a fé melhora a saúde. Sendo assim, é de suma importância orar e ler a Bíblia, bem como livros edificantes e revistas do Ministério. Se possível, assista as programações que nossos irmãos estão fazendo na nossa Rádio Restauração OnLine e no Canal Oficial da nossa Igreja no Youtube, o IPAD Ministério Restauração Oficial.

Moro com uma pessoa suspeita ou confirmada de COVID-19, o que devo fazer?

  • Se possível, isolar essa pessoa em um quarto com banheiro. Se não possuir um banheiro exclusivo para ela, toda vez que a pessoa tiver que sair do quarto, precisa usar uma máscara e higienizar as mãos com água e sabão ou álcool gel antes de tocar em objetos.
  • Evitar contato próximo com essa pessoa o máximo possível. Caso seja necessário se aproximar da pessoa, sempre usar máscara. 
  • Sempre lavar as roupas separadamente, utilizando um cesto exclusivo; quando o cesto for manuseado por outras pessoas, necessário usar luvas;
  • Para lavagem das louças utilizadas por essa pessoa: as louças devem ser de uso exclusivo, sem compartilhamento. Lavar separadamente, utilizando luvas descartáveis.
  • Lavar sempre a mão depois de mexer em objetos que a pessoa possa ter tocado.

Limpar as superfícies como mesa e maçanetas com álcool ou outros produtos de limpeza comuns.

Sou mãe suspeita ou confirmada de COVID-19 e ainda amamento meu bebê. Devo parar de amamentar, mesmo não estando em estado grave?

Toda mãe deve continuar amamentando o bebê mesmo que esteja com a doença. Porém, deve-se usar máscara na hora da amamentação e manter a higiene, principalmente lavar as mãos e as mamas. Se houver gravidade dos sinais e sintomas, procure um hospital.

Quais as atitudes a serem tomadas quando uma pessoa confirmada de COVID-19 esteve em um ambiente fechado (ex.: igreja)?

Para responder a essa questão, é importante entendermos quem pode ser considerado um contato próximo da pessoa que teve diagnóstico positivo para a COVID-19. Segundo o Ministério da Saúde, são considerados contatos próximos das pessoas suspeitas ou confirmadas de COVID-19 apenas:

– Quem teve contato físico direto (por exemplo, ao cumprimentá-la com apertos de mãos);

– Quem teve contato direto desprotegido com secreções infecciosas (por exemplo, ao estar próximo quando a pessoa contaminada tosse ou ao ter contato manual sem proteção com tecidos ou lenços de papel usados por ela);

– Quem teve contato frente a frente por 15 minutos ou mais E distância inferior a 2 metros;

– Quem esteve em um ambiente fechado (por exemplo: sala de aula, sala de reunião, sala de espera do hospital etc.) por 15 minutos ou mais E distância inferior a 2 metros.

Quem teve contato próximo com a pessoa confirmada, deve ficar atento ao aparecimento de quaisquer sintomas suspeitos pelos 14 dias seguintes. Os sintomas são:

– Febre com temperatura igual ou superior a 37,6°C OU

– Algum sintoma respiratório, como, por exemplo, tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão no nariz ou nos olhos, dificuldade para engolir, dor de garganta, coriza, saturação de oxigênio (medida no oxímetro) menor que 95%, sinais de cianose (coloração azul-arroxeada da pele).

Quanto ao processo de desinfecção do local, verifique a próxima questão.

Observação: o Ministério da Saúde considera febre a temperatura igual ou superior a 37,8°C. Adotamos 37,6°C por prudência, visto que há uma corrente na medicina que entende que, nessa temperatura, a pessoa já está em estado febril.

Após eu ter contato próximo com uma pessoa infectada, em quantos dias posso apresentar a doença?

De 2 a 14 dias, com média de 4 dias. 

Como fazer a desinfecção de um local (ex.: Igreja) em que esteve uma pessoa confirmada de COVID-19?

Recentes artigos revelam que o coronavírus causador de COVID-19 pode persistir em superfícies inanimadas como metal, vidro ou plástico entre outras por até nove dias, mas pode ser inativado eficientemente por procedimentos de desinfecção de superfícies com álcool etílico 70%, ou hipoclorito de sódio (água sanitária) em um tempo mínimo de contato de 1 minuto. Portanto, para um eficiente processo de desinfecção de superfícies, sugere-se o uso de álcool líquido na graduação 70%. Já para pisos, paredes e sanitários, indica-se o uso de água sanitária comercial na concentração de 0,5%, ou seja, 200 ml de água sanitária para 1 litro de água.

Lembre-se de usar produtos registrados junto à ANVISA. Isso é a garantia de que o produto químico que você está adquirindo é eficiente, pois possui a concentração correta do princípio ativo indicado no rótulo.

Como proceder a higienização de equipamentos eletrônicos?

Para realizar a higienização de equipamentos eletrônicos, tais como termômetros digitais, medidores de oxigênio, celulares, entre outros, não podemos simplesmente utilizar água e sabão ou álcool etílico, pois os componentes desses equipamentos, por possuírem uma elevada sensibilidade a processos oxidativos, podem ser danificados, ocasionando mal funcionamento, descalibragem ou, ainda, sua inutilização permanente.

Para evitar esses danos, o Conselho Federal de Química (CFQ)[1] indica o uso de álcool isopropílico, uma vez que, por possuir um carbono a mais que o etanol na cadeia carbônica, é menos miscível (misturável) em água, dificultando a oxidação das peças. Ainda assim, deve-se ter cuidado com a quantidade de produto aplicada: jamais se deve molhar o equipamento. Basta limpá-lo com um pano/lenço/papel embebido no produto.

O álcool isopropílico[2] tem se mostrado eficiente no processo de desnaturação de proteínas e colapso das membranas celulares, sendo, portanto, eficaz na higienização adequada de equipamentos eletrônicos.

 

Prof. Me. Rafael Scheffer Pacheco
Químico: CRQ 05101947 V Região
Professor supervisor PIBID – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (CAPES)
https://orcid.org/0000-0003-3207-2925
http://lattes.cnpq.br/5899089801053652
Celular (51) 98262.1116
prof.rafaelscheffer@gmail.com
rafael-pacheco@uergs.br

 

[1] NOTA OFICIAL: Esclarecimentos sobre álcool gel caseiro, limpeza de eletrônicos e outros. Brasília, 18 mar. 2020. Disponível em: http://cfq.org.br/noticia/nota-oficial-esclarecimentos-sobre-alcool-gel-caseiro-higienizacao-de-eletronicos-e-outros/. Acesso em: 2 ago. 2020.

 

[2] ALMEIDAB, Maria L. S. O. et al. The chemistry of sanitizers in COVID-19 times: do you know how it works?. Quim. Nova, [S. l.], ano 2020, v. 43, n. 5, p. 668-678, 18 maio 2020.

Nas perguntas a seguir, você poderá esclarecer dúvidas mais específicas para o caso de ter sido diagnosticado com COVID-19 ou estar sob suspeita. São sinais de alerta que devem ser observados para que o auxílio médico não seja buscado tarde demais. Confira:

Quais são os sinais de alerta para quem suspeita que está infectado ou que já tem diagnóstico comprovado de COVID-19?

– Dificuldade para respirar;
– Febre persistente ou resistente;
– Cansaço extremo ou dor insuportável no corpo;
– Diarreia ou vômito persistentes ou com sangramentos;
– Alteração na consciência, dificuldade de raciocínio;
– Lábios ou o rosto azulados;
– Inchaço nas pernas;
– Palpitação no peito;
– Dor no peito;
– Urinar pouco ou não urinar.

O que é considerado dificuldade de respirar?

1) A pessoa não consegue falar a frase inteira “Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai se não for por Ele” sem ter que puxar o ar.

2) A pessoa não consegue fazer coisas básicas, como trocar de roupa, sem ficar ofegante.

3) Respiração muito rápida: quando em repouso, descansados, marcamos no relógio mais de 24 puxadas de ar em 1 min.  

Quando a febre pode ser mais perigosa?

1) Febre persistente: quando a febre está presente há mais de 2 dias. 

2) Quando a febre está sendo difícil de tratar: não baixa mesmo com remédios (exemplo: paracetamol, dipirona). 

3) Quando a febre baixa, mas logo retorna, por mais de dois dias seguidos.

Toda dor no corpo, nos músculos, é sinal de gravidade?

Não. Somente a dor ou o cansaço insuportável no corpo. Isso pode ser constatado se houver dificuldades para se levantar da cama ou para caminhar pequenas distâncias, como ir ao banheiro. Nesses casos, isso pode ser sinal de alerta para a busca por um hospital.

E se eu tiver diarréias ou vômitos?

Deve-se buscar um hospital se apresentar diarreia e vômito por mais de 2 dias. Também deve-se fazer o mesmo se a pessoa notar sangue nas fezes ou no vômito.

Estou com pensamentos confusos. Devo procurar um hospital?

Sim. Alteração na consciência é quando a pessoa não está entendendo ou racionando direito, está confusa, falando coisas sem sentido ou fica repetindo as palavras. Nesse caso, deve ir o mais rápido possível ao hospital.

E se estou com os lábios ou o rosto azulados?

Deve-se buscar ajuda em um hospital o mais depressa possível.

Estou tendo inchaço nas pernas. Pode ser perigoso?

Sim, não é certo que é perigoso, mas pode ser. Em caso de suspeita ou confirmação de COVID-19, se apertamos com as pontas dos dedos a parte da perna próxima ao tornozelo e a região fica afundada, deve-se buscar um hospital.

Sinto palpitação no peito, como se o coração estivesse acelerado. Pode ser perigoso?

Se essa palpitação não passar em 10 min, deve-se buscar um hospital.

Estou sentindo dor no peito. O que faço?

Em caso de dor ou pressão no peito por mais de 10 min, sem passar mesmo mudando de posição (não passa nem sentado, nem deitado, nem em pé), deve-se buscar um hospital.

Não estou urinando há mais de um dia. Devo buscar ajuda hospitalar?

Sim. Urinar muito pouco em 24h ou não urinar em 24h é sinal de que precisa ir para um hospital depressa.

QUERO AJUDAR! POSSO?

Sim, toda ajuda é bem-vinda! Se você é profissional de saúde ou deseja ajudar de alguma forma (como motorista, fazendo compras, etc), entre em contato pelo WhatsApp +55 51 98326.0137.

Se você deseja ajudar financeiramente (os recursos são escassos, mas, na medida do possível, estamos comprando termômetros, oxímetros, auxiliando em exames e socorrendo com alimentos e remédios), pode depositar diretamente na conta bancária criada para este fim:   

Banco Banrisul

Agência: 0041

Conta: 41.857779.0-7

CNPJ: 06.299.433/0001-76

AGRADECIMENTOS

Apesar do pouco tempo de atuação, muitas pessoas já foram atendidas pela equipe da “Brigada contra a morte”. Confira, a seguir, o print de alguns depoimentos enviados ao nosso Whatsapp:

 

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